domingo, 29 de outubro de 2017

AUMENTO DA IMUNIDADE ATRAVÉS DA ATIVIDADE FÍSICA

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A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias de doenças causadas por vírus e bactérias cada vez mais agressivos. Apesar do exercício físico não ser vacina para nenhuma doença, com certeza, o fortalecimento do sistema imunológico sempre vai proporcionar uma resposta mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção. 


A literatura científica é repleta de artigos que relatam estudos sobre os benefícios dos exercícios para reforço do sistema imunológico, havendo uma opinião praticamente consensual de que a atividade física moderada é a forma mais adequada para este propósito. O mecanismo da melhora da defesa está associado à um efeito da atividade física regular em promover um aumento das linfócitos, células denominadas “natural killers”. A célula natural killer, linfócito atuante no sistema inato, tem como função destruir células tumorais ou infectadas por vírus. 


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Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e fique menos suscetível a diversas doenças. Quanto à melhor forma de atividade para fortalecer o sistema imunológico, parece não haver grande diferença entre as diversas modalidades, prevalecendo sempre o conceito do exercício moderado.

Existem também evidências de que os exercícios com pesos, desde que respeitando o conceito de adequação de carga, também podem melhorar a imunidade. O que se deve evitar são os exercícios de intensidade acima de um limite crítico, que reconhecidamente vão ter o efeito inverso, diminuindo a imunidade e aumentando a incidência de doenças por enfraquecimento imunológico.
Fonte: 

LADDER BARREL

O Ladder Barrel, traduzido ao pé da letra como “Barril Escada”, é uma das engenhosas invenções de Joseph Pilates.

Joseph Pilates  -  cisne no Barrel:

Esse aparelho de Pilates possui uma superfície curva na forma de barril e uma estrutura que se assemelha a degraus de uma escada. O Barril está conectado a uma escada ajustável de 4 a 6 degraus.
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É um grande equipamento que permite a inclinação do corpo para frente e para trás, isolando toda a musculatura profunda do abdominal, mais conhecida como powerhouse.
É excelente para movimentos de extensão e flexão da coluna e para o fortalecimento da musculatura do abdômen, pernas, glúteos e coxas.

HISTÓRIA DO LADDER BARREL NO PILATES

Preocupado com um trabalho completo de mobilidade da coluna e força da powerhouse, Joseph Pilates criou vários tipos de barril. O Ladder Barrel alia exercícios que podem ser realizados em pé, deitado ou sentado e é o equipamento mais completo do grupo dos barris. Ele oferece ainda a possibilidade de realizar vários tipos de exercícios de flexibilidade e força de todo o corpo.
Esse equipamento está enquadrado no grupo dos barris. Desse grupo estão incluídos três tipos.
São eles:

O Ladder Barrel: este equipamento utilizado em treino individualizado, oferece exercícios desafiadores para os abdominais, bem como, exercícios de flexibilidade e força responsáveis por trabalhar todo o corpo. 



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O Spine Corrector ou Step Barrel: o Step Barrel é utilizado em treino individualizado para a realização de alongamentos, alinhamento da coluna e fortalecimento da musculatura responsável por uma boa postura. Alivia a rigidez dos ombros e quadris, alivia dores nas costas e melhora a expansão torácica.



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O Pilates baby arc ou meia lua: a meia lua é uma peça versátil e engenhosa que permite a realização de vários exercícios típicos no solo como por exemplo, o roll up e o roll over. Trabalha também o alongamento da parte superior do corpo e a força do centro (powerhouse).

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Cada um desses equipamentos possui uma superfície barril arredondado que ajuda a isolar os músculos posturais profundos de uma maneira específica e desafia o corpo a manter-se simultaneamente forte e flexível durante todos os movimentos.

MATERIAL E CONSTRUÇÃO DO LADDER BARREL

O Ladder Barrel possui uma escada em madeira conectada a uma espécie de barril por uma base deslizante ajustável ao comprimento da perna do aluno. A escada possui 4 a 5 níveis de altura e tem como função o apoio para os exercícios no barril, e também, como pega para mãos e pés em alguns exercícios.
O barril estofado em couro ou em material de borracha tem a função de dar apoio as costas, abdominal e ombros, permitindo um agradável alongamento e ativação da musculatura profunda, mais conhecida como powerhouse.
Medidas aproximadas:
  • Altura: 90 a 98 cm
  • Comprimento: 125 cm a 191 cm
  • Largura: 58 cm a 98cm
  • Peso: 37,5 kg a 40 kg Suporta: até 140 kg
  • Peso suportado: até 140Kg

BENEFÍCIOS DE EXERCÍCIOS COM O LADDER BARREL

O Lader Barrel possui como principal função isolar a musculatura profunda que ajuda no controle postural e desafia o corpo trabalhando em todos os planos de movimento possíveis.
É conhecido também por ser eficaz no alongamento dos flexores do quadril e isquiotibiais. Melhora a flexibilidade dessa musculatura em especial, melhora a qualidade da marcha e da corrida, melhora a postura e ajuda a evitar dores nas costas e no quadril, assim como, alguns tipos de lesões.
BENEFÍCIOS
  • Ajuda na manutenção da curvatura natural da coluna
  • Ativa a musculatura da lombar, glúteos, ombros, abdominais e região pélvica
  • Ótimo para alongar ombros, peito e quadril
  • Alivia as tensões da musculatura da coluna (cervical, torácica e lombar) e pescoço (esternocleidomastodeo, musculatura hióideo, elevador da escápula, escalenos e trapézio)
  • Fortalece a musculatura abdominal (retos, oblíquos e transverso), costas e ombros
  • Alivia a tensão dos músculos
  • Melhora a postura e a consciência corporal
  • Melhora a força e estabilidade do centro de força (power house)
  • Promove a reabilitação em caso de desvios posturais e bloqueios articulares
  • Melhora a flexibilidade
  • Melhora o controle muscular
  • Melhora a capacidade respiratória
  • Alívio das dores musculares e do estresse, reduzindo as tensões musculares
  • Relaxamento muscular
  • Promove o alongamento de peitoral, quadril e ombros
  • Melhora o equilíbrio muscular e a consciência corporal
  • Reduz o estresse e aumenta a energia através dos alongamentos
  • Ajuda a aumentar a amplitude de movimento articular
  • Melhora a circulação
  • Aumenta a coordenação neuromuscular
  • Útil na preparação esportiva, na reabilitação de lesões e na aptidão funcional para atividades da vida diária
  • Melhora a aparência do corpo

Este equipamento do grupo dos barris é dos únicos em que não se trabalha com molas, já que o foco maior é o alongamento e a amplitude articular.
Boa parte dos exercícios do repertório de Pilates que envolvam o treino da mobilidade e alongamento podem ser adaptados e intensificados para este tipo de equipamento.
Alguns tornam-se mais intensos, e outros, mais simples de serem executados.
Por exemplo, com os pés apoiados nos degraus do ladder barrel é possível apoiar as costas por cima do barril conforme o contorno do equipamento, e ativar então a musculatura profunda do abdomen, assim como, sentir o alongamento de todo o peitoral melhorando a expansão do tórax e aliviando a tensão dos músculos.
Com o abdominal sobre o barril, é possível aliviar a tensão das costas e alongar toda a musculatura que envolve a coluna.
O foco mental e a concentração durante os exercícios garante o sucesso e a segurança na realização dos mesmos.
Fonte: Canal Pilates




domingo, 17 de setembro de 2017

PILATES AUXILIANDO A POSTURA INADEQUADA DOS DENTISTAS








A odontologia tem sido considerada uma profissão “estressante”, sendo freqüentemente associada a agravos à saúde, tanto de ordem física como psíquica. Estudos sistemáticos sobre os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) colocam os profissionais de odontologia entre os primeiros lugares em afastamentos do trabalho por incapacidade temporária ou permanente e respondendo por cerca de 30% das causas de abandono prematuro da profissão, devido, principalmente, pela postura incorreta, movimentos repetitivos e o uso do mesmo grupo muscular para manter a posição de trabalho.

As regiões mais acometidas pelo DORT em cirurgiões dentistas são: pescoço, punhos, mãos, ombro e região lombar.



O MÉTODO PILATES tem sido uma alternativa de condicionamento muscular procurado por alguns profissionais da área para a manutenção da boa postura. 

O método ajuda a corrigir a postura; melhorar a flexibilidade e força de forma global; melhorar a coordenação motora e consciência corporal. Além disso, o Pilates ativa a musculatura estabilizadora da coluna (transverso do abdômen e multífidos) de grande importância para o dentista por assumir posições estáticas por um longo período. A musculatura da cintura escapular e membros superiores também deve ser bastante trabalhada por estes profissionais.


A respiração, a concentração e a fluidez de movimentos são princípios do método para existir uma conexão entre mente e corpo, dissipando tensões e stress, melhorando a disposição do dia-a-dia.


O MÉTODO PILATES tem sido uma alternativa de condicionamento muscular procurado por muitos profissionais da área para a manutenção da boa postura, prevenir lesões, manter seu corpo saudável e mais resistente. 

A incorporação do método nos exercícios de solo e aparelhos permitirá que o praticante tenha um padrão postural melhor; aumente a flexibilidade e força de forma global; potencialize a coordenação motora e consciência corporal. O músculo alongado e resistente produz força com menor fadiga e transfere menor carga às junções miotendíneas e osteotendíneas (estruturas anatômicas dos músculos), prevenindo lesões.


Para esse público, é preciso enfatizar grupos musculares estabilizadores da coluna, cintura escapular e membros superiores, já que assumem posições estáticas por um longo período. 
Fonte: RevistaPilates










AZEITE DE OLIVA CONTRA A OSTEOPOROSE



Guarde bem este nome: oleuropeína.
A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado.

Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos - muito longe disso. A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva.

Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

"O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente",
explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília.


Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. 


O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína.

"Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la", nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. "Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas", arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer. E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção. "A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído", diz Clarisse.


Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. "A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante", explica o cardiologista Daniel
Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. "Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total." 



Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. "Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante", justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro. "Esses compostos impedem que os radicais livres - moléculas que provocam danos às células - oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.



" A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal. Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a saciedade e reduzindo o apetite.


A oleuropeína - voltamos a falar dela - tem participação no pelotão antiinflamatório. "Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo", afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista.

Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia - dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.

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Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. "Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração", aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância.

De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes - o azeite não gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas qualidades. E só o sabor, nesse caso, não basta, certo?
Fonte: revistasaúde

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

CAMINHADA NÓRDICA,..... MAIOR GASTO CALÓRICO E MENOS IMPACTO.

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A caminhada nórdica nasceu como esporte de verão nos países do norte da Europa. Para não perder o ritmo do treino durante os meses sem neve, os esquiadores passaram a levar seus bastões para fazer trilhas nas montanhas. A atividade virou febre no continente e acabou de desembarcar aqui – se você mora em cidade grande, já deve ter visto alguém caminhando na rua ou no parque com os bastões.
Esses acessórios são a grande sacada do esporte. Parecidos com os utilizados no esqui, obrigam a acionar mais músculos do que na prática convencional. “Ao fazer o movimento de vaivém com os bastões, você trabalha braços (principalmente o tríceps), ombros, costas e peito, além de pernas, glúteos e abdômen, que já são recrutados na caminhada normal”, comenta a professora de educação física Cida Conti, de São Paulo, que desenvolveu uma técnica de condicionamento baseada no método e forma professores da modalidade. Com mais músculos em ação, o gasto calórico aumenta até 25%, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Brighton, na Inglaterra. Assim, se uma hora de caminhada normal queima 320 calorias, o mesmo tempo e intensidade de caminhada nórdica detona 400 calorias. “O acessório também deixa a atividade mais dinâmica, pois funciona como um impulsor, favorecendo a amplitude da passada e a velocidade do exercício”, completa Cida.

Mais fôlego, menos impacto

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Além de turbinar o gasto calórico e acelerar a perda de peso, a caminhada nórdica sai na frente no quesito capacidade aeróbica, pois eleva a frequência cardíaca 15% mais do que a prática normal. Faça o teste: ande alguns minutos sem os bastões e tire a pulsação. Em seguida, caminhe o mesmo tempo e na mesma velocidade usando os bastões e comprove os batimentos mais acelerados.
Tem mais: caminhar com os acessórios permite apertar o passo e sobrecarregar menos os joelhos. “A redução acontece porque você trabalha também com os apoios dos braços, transferindo o peso do corpo a cada passada”, explica o ortopedista Fabio Ravaglia, de São Paulo, que é um dos pioneiros na prática da modalidade no Brasil. E o exercício ainda fortalece o esqueleto. Um professor da Universidade de Graz, na Áustria, conduziu um estudo para determinar os efeitos dele em portadoras de osteoporose e constatou um aumento da densidade óssea das participantes. “O impacto dos bastões com o chão vai aumentar a densidade dos ossos de braços, mãos e escápulas e fortalecê-los”, fala Fabio. As costas também agradecem. “Usados na altura certa, os bastões obrigam a caminhar com a coluna reta, o que previne dores e desvios na postura”, diz ele.

Acessório sob medida

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Para praticar sem se machucar, você vai precisar de um par de bastões do comprimento ideal para a sua altura. Alguns modelos têm tamanho fixo (geralmente entre 90 centímetros e 1,35 metro) e outros possuem ajuste de altura. Na hora de escolher o seu, cheque se o comprimento do bastão na vertical fica entre o umbigo e o peito. Outro jeito de descobrir é segurar o bastão com os cotovelos flexionados a 90 graus – ele deve ter a altura das mãos até o chão. Feitos de fibra de vidro ou alumínio, eles são leves – cerca de 300 gramas os dois – e resistentes a topadas e terrenos acidentados. Existem várias marcas e versões do equipamento, com preços que vão de 80* a 350* reais. Ele deve sempre ter uma empunhadura com uma espécie de luva sem dedos na extremidade de cima e, na de baixo, uma ponteira emborrachada, que pode ser retirada quando você for usar em superfícies macias, como a areia.
Fonte: Revista Boa Forma








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