quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ATIVIDADE FÍSICA E ALIMENTAÇÂO PREVINEM MAL DE ALZHEIMER


Um estudo da Columbia University descobriu que pessoas mais velhas que praticam atividade física ou mantêm uma dieta balanceada têm menos risco de desenvolver mal de Alzheimer. Os efeitos desses dois comportamentos são independentes um do outro, e juntos, são ainda mais benéficos.

O trabalho acompanhou um grupo de 1.880 nova-iorquinos septuagenários, avaliando duas dietas e níveis de atividade física, examinando-os periodicamente para o mal de Alzheimer. Após quase cinco anos de observação, 282 casos de Alzheimer.

Sendo assim, os pesquisadores concluíram que os que seguiram as dietas mais saudáveis tiveram 40% menos probabilidade de desenvolver a doença quando comparados aos que se alimentavam mal. Os que praticaram mais exercícios também tiveram resultados positivos, apresentando 37% menos chances de desenvolver a doença do que os sedentários. No entanto, os maiores benefícios apareceram para aqueles que associaram a prática de atividade física à alimentação saudável, tendo 59% menos chances de desenvolver o Alzheimer, em comparação às pessoas com os piores resultados.

O professor associado de neurologia da Columbia University Medical Center e principal autor do artigo que foi publicado no The Journal of the American Medical Association, Dr. Nikolaos Sacarmeas, explicou que tanto os bons hábitos alimentares quanto a prática de atividade física contribuem, de forma independente, com algo único.

ATIVIDADE FÍSICA REDUZ O RISCO DE ALZHEIMER

O American College of Sports Medicine acaba de elaborar as novas recomendações de atividade física para idosos, que enfatizam os benefícios da prática de exercícios de força e de flexibilidade, além dos aeróbicos.

O novo documento dá um panorama completo das evidências científicas sobre os benefícios da atividade física para prevenir e tratar diversos males ligados ao envelhecimento.

A nova recomendação será lançada no Brasil em outubro. "Esse é um grupo de referência no assunto para o mundo inteiro, por isso quem lida com a saúde do idoso deveria seguir essas recomendações", diz a educadora física Andrea Deslandes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Segundo os autores, embora não seja possível evitar o envelhecimento, o exercício regular minimiza os efeitos da idade, aumenta a expectativa de vida e limita o desenvolvimento de certas doenças crônicas.

"Outro objetivo é reforçar o que necessita ser aplicado nos programas de treinamento físico do idoso", diz o educador físico Timóteo Leandro de Araújo, assessor técnico-científico do Programa Agita São Paulo.

"O documento mostra as evidências que temos em todos os aspectos, da respiração à cognição, que justificam incluir a atividade física como parte do envelhecimento saudável", diz a especialista em medicina esportiva Sandra Matsudo, diretora do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul.


"O grande "boom" é a questão cognitiva e a saúde mental. Hoje, sabe-se que todos os processos cognitivos são melhorados a longo prazo quando se pratica atividade física regular", diz.

Sabe-se, por exemplo, que a atividade física diminui o risco de demência senil e de Alzheimer.

Estudos mostram uma redução de 40% no risco de demência em quem gasta 400 calorias por semana caminhando. "Se o gasto for maior, o risco praticamente desaparece."

Pesquisas que analisam a relação entre o exercício e a função cognitiva destacam que a atividade física pode aumentar os níveis de fatores de crescimento no cérebro, estimular a neurogênese, aumentar a resistência do cérebro a danos, melhorar a aprendizagem e o desempenho mental.

Caminhar não basta

Mas, para os idosos, caminhar não é o suficiente, já que a maior parte da incapacidade física nessa idade deve-se à perda da força muscular. "Tudo depende da força, desde caminhar e levantar-se de uma cadeira até erguer uma garrafa de água de um litro", lembra Matsudo.

Segundo ela, o fato de cedermos o lugar para um idoso se sentar, por exemplo, tira uma das poucas oportunidades que ele tem de se exercitar e fortalecer a musculatura das pernas.

Já o impacto dos exercícios na longevidade está documentado em várias pesquisas. Uma análise sueca, do Instituto Karolinska, que acompanhou 3.206 pessoas durante 12 anos, mostrou que os fisicamente ativos tiveram um risco de mortalidade por todas as causas 28% menor do que os sedentários. A atividade física também tem impacto na capacidade funcional. Um estudo americano com mais de mil idosos mostrou que o risco de incapacidade para realizar tarefas diárias diminui em 7% a cada hora adicional de atividade física por semana.

Gabriela Cupanni- Folha de São Paulo








POSTURAS PREVENTIVAS PARA PROBLEMAS DE COLUNA

sábado, 26 de setembro de 2009

DEPRESSÃO PODE AUMENTAR RISCO DE OSTEOPOROSE


A depressão pode aumentar o risco da osteoporose

Sobrecarga de atividades diminui densidade óssea e provoca fraturas



Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Israel , quadros de depressão favorecem o desenvolvimento de doenças como a osteoporose. Para os estudiosos, a explicação para tal associação é a diminuição da emissão de estímulos nervosos nestes pacientes, que acabam ficando com menos pique e sobrecarregam os ossos na tentativa de manter a frequência de atividades físicas que tinham antes.

Os estudiosos explicam que essa sobrecarga provoca a diminuição da densidade óssea dos pacientes, favorecendo o aparecimento de fraturas. Quanto mais tempo a pessoa força os ósseos, mais chances de desenvolver a osteoporose.

Foram testadas mais de 2400 pessoas depressivas que foram submetidas à exercícios físicos por seis meses. Após o teste, os cientistas observaram a perda da densidade óssea em até 80% dos participantes, quando comparados com pacientes que sofriam de depressão.

Outras pesquisas haviam sido feitas nesta direção, mas nenhuma tinha comprovado a real ligação entre as duas doenças. Os cientistas acreditam que estes resultados são muito importantes para tratar a osteoporose em idosos, pois, muitos não apresentam propensão a doença, mas desenvolvem o quadro devido a depressão desencadeada pelas perdas trazidas pela idade.


10 MILHÕES DE BRASILEIROS SOFREM DE OSTEOPOROSE


O QUE É OSTEOPOROSE?


A osteoporose é a diminuição da massa óssea. Apesar do osso ser um tecido vivo que se renova permanentemente durante toda a vida, se a pessoa tiver pouca atividade física ou ingerir pouco cálcio durante as primeiras décadas de sua vida, tem o risco de desenvolver osteoporose aumentado.




Durante as primeiras décadas de vida, predomina a formação óssea e por último a atividade de reabsorção óssea, de tal forma que a massa óssea começa a declinar vagarosamente a partir dos cinqüenta anos de idade para a maioria das pessoas.

Com o passar dos anos, todos os ossos do nosso corpo são totalmente renovados e o cálcio é fundamental para o crescimento dos ossos e dentes. Todos os dias o nosso organismo recebe cálcio dos alimentos ingeridos e perde cálcio através da urina.

Se sai mais cálcio do que entra, o organismo retira cálcio dos ossos, para poder manter o nível de cálcio circulando no sangue. Com a diminuição da massa óssea, mesmo em níveis que podem ser caracterizados como osteoporose, nem sempre acarreta problemas ou limita as atividades da pessoa. 

A osteoporose quase nunca dói, e quando acontece de doer é porque houve fratura ou uma patologia associada chamada de síndrome dolorosa miofascial ou a osteoartrose, comuns na idade mais avançada.

Uma das conseqüências do envelhecimento é a perda gradual da massa óssea, que se torna mais frágil e as vezes diminui de tamanho. Por isso que algumas pessoas, quando se tornam idosas, diminuem de tamanho

A osteoporose somente passa a preocupar quando começam os riscos de fraturas. As mais comuns são as fraturas de punho, úmero (osso do braço que vai do ombro ao cotovelo), vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur.

As fraturas acabam complicando a saúde do idoso, metade das pessoas com fraturas de fêmur passam a ter limitações e até mesmo dificuldade de locomoção. Cerca de 40% dessas pessoas apresentam complicações circulatórias, troboembólicas, infecções respiratórias e desencadeamento do diabetes que podem resultar na morte.

A falta de prevenção da ostoporose deverá resultar em algum tipo de fratura para metade das mulheres ao redor dos 70 anos e para duas em cada três mulheres aos 80 anos de idade. As medidas preventivas compreendem a ingestão de quantidade adequada de cálcio, o exercício físico, a correção do hipoestrogenismo e o controle dos fatores que favorecem as fraturas.



Os Fatores de Risco para a Osteoporose.
Os fatores de risco são:
1. história familiar de fratura;
2. fumo;
3. mais de duas doses de bebida alcoólica por dia;
4. baixo peso e baixa estatura com ossatura delicada;
5. sedentarismo;
6. idade avançada;
7. uso contínuo de certos medicamentos como: corticoesteróides, anticonvuldivantes
8. ingestão inadequada de cálcio;
9. ser da raça branca ou asiática.

Existem dois tipos de riscos para o desenvolvimento da osteoporose: o primeiro são aqueles não possíveis de correção e atinge pessoas que tem predisposição genética, como de baixo peso e estatura que têm a ossatura delicada; pertencer à raça branca ou asiática; e ter parentes próximos com o problema. A menopausa também é outro fator de risco não possível de correção.

Porém, existem casos em que se pode corrigir o problema e está diretamente ligado ao estilo de vida, como o fumo e a bebida, a falta de exercício físico, a alimentação que pode ser modificada e a terapia de reposição hormonal nas mulheres que têm baixa de estrógeno.


Como Prevenir a Osteoporose.
Quando a mulher se aproxima dos cinqüenta anos a produção de estrógeno diminui e a ovolução é interrompida. Com isso a mulher para de menstruar e algumas sentem dores de cabeça, dores pelo corpo, fadiga, ondas de calor, sudorese, secura vaginal, insônia, alteração do humor e aumenta a incidência de doenças coronarianas. Mas todas as mulheres tem perda de massa óssea em decorrência da queda dos níveis de estrógeno.

Uma das soluções para esses casos é a reposição hormonal, que protege contra as doenças coronarianas, reduz o risco de câncer uterino e é a melhor forma de interromper a perda de massa óssea e prevenir a osteoporose da pós-menopausa. Mulheres que tiveram câncer nas mamas ou que tenham enxaqueca, diabetes ou asma podem ter problemas com reposição hormonal. Nem sempre a menopausa requer o uso de drogas.

O exame que pode ser feito para medir o nível de perda da massa óssea é chamado de densitometria óssea e é indicado para as pessoas que apresentam pelo menos dois fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Nestes casos, a determinação da massa óssea é importante para auxiliar o tratamento.

Para prevenir a osteoporose é preciso fazer uma prevenção na adolescência principalmente, para as mulheres. A quantidade de massa óssea que conseguimos juntar na adolescência fará com que no envelhecimento tenhamos maior resistência contra fraturas, por isso, é fundamental que a jovem seja orientada para uma dieta rica em cálcio, como também para atividades físicas regulares.

Os exercícios físicos devem ser realizados
 de forma regular três vezes por semana

O melhor é caminhar, correr dançar, jogar tênis, ou praticar esporte coletivo como futebol, voleibol, basquetebol. Para pessoas mais idosas o indicado é caminhar aproximadamente 40 minutos de preferência todos os dias, respeitando sempre os limites de cada um e o conselho do seu médico.

Outro fator que auxilia no tratamento e na prevenção é a ingestão de alimentos com grandes quantidades de cálcio. Algumas das melhores fontes de cálcio são o leite e seus derivados, porém recomenda-se consumo moderado de laticínios devido a sua grande quantidade de gordura. Deve-se dar preferência aos desnatados que possuem o mesmo teor de cálcio dos integrais.

O QUE É RPG?




A Reeducação Postural Global é um dos mais modernos métodos de fisioterapia que trata desarmonias do corpo.
Indicado não somente para quem sente dores, mas para quem busca o equilíbrio.








O que é RPG?
A Reeducação Postural Global, ou RPG, é um método de fisioterapia que trata das desarmonias do corpo humano levando em consideração as necessidades individuais de cada paciente, já que cada organismo reage de maneira diferente às agressões que sofre.
É uma técnica revolucionária que considera os sistemas muscular, sensitivo e esquelético como um todo e procura tratar, de forma individualizada, os músculos que se diferenciam na estrutura.
Criada na França, em 1980, pelo fisioterapeuta francês Philippe E. Souchard, a RPG é uma técnica realizada, exclusivamente, por fisioterapeutas.
Atualmente o curso de RPG é ministrado por Philippe Souchard e sua equipe, na França, em Saint-Mont(departamento do Gers) e mais em oito países.
Hoje mais de 8000 fisioterapeutas praticam esta técnica pelo mundo.

A Técnica
Dores nas costas, nas articulações, noites mal dormidas, tensões musculares, etc. Quem nunca passou por pelo menos uma dessas desagradáveis experiências?
A terapia RPG trata esses e muitos outros problemas com bons resultados, por meio da reeducação do corpo.
Exemplo: quando sofremos uma contusão, a primeira reação é fazer com que o corpo tente proteger a lesão para não sentirmos dor. Por isso criamos automaticamente um mecanismo de "compensação" para evitar o problema inicial. É o que acontece quando torcemos o tornozelo.
Para não termos dores, enrijecemos a musculatura e transferimos para a outra perna o apoio corporal e mancamos. Com isso, criamos uma série de compensações em todo o corpo.
O Tratamento
Para se obter um resultado positivo com RPG são necessárias sessões semanais de uma hora, podendo haver exceções nos casos de maior gravidade. O tratamento é indicado para todas as faixas etárias.

Em quais Patologias a RPG é indicada?

Ø Ortopédico: pés planos e cavos, joelho valgo ou varo, joanetes, escoliose, dor
cervical, dor lombar

Ø Neurológico: hérnia de disco e labirintite.

Ø Reumatológico: artrites, artrose, bursite, tendinite, etc.

Ø Respiratório: asma, bronquite, etc.

Ø Somáticos: stress, disturbios circulatórios e digestivos,



Registro da marca R.P.G.
Para preservar a originalidade, a integridade, e a qualidade do ensino do método, a marca R.P.G. foi objeto de registro no INPI:

Ø Na França em 31/07/1984

Ø No meio internacional em 13/07/1995

Ø No Brasil em 21/12/1999