sábado, 23 de fevereiro de 2013

HÉRNIA DE DISCO E RPG - CURITIBA PR


Hérnia discal é o deslocamento do núcleo pulposo através do anel fibroso, constituindo-se como uma das principais causas de dor lombar (CECIL, 1992). 


A hérnia de disco surge como resultado de diversos pequenos traumas na coluna que vão, com o passar do tempo, lesando as estruturas do disco intervertebral, ou pode acontecer como conseqüência de um trauma severo sobre a coluna. A hérnia de disco surge quando o núcleo do disco intervertebral migra de seu local, no centro do disco para a periferia, em direção ao canal medular ou nos espaços por onde saem as raízes nervosas, levando à compressão das raízes nervosas.


Um disco é uma estrutura colocada entre duas vértebras. O disco possui uma área central gelatinosa (núcleo pulposo) circundada por um anel, que mantém esse núcleo no seu interior. O núcleo gelatinoso funciona como um amortecedor. Devido a fatores como seu envelhecimento (degeneração), o anel às vezes se rompe e permite a saída de parte do núcleo. Esse material gelatinoso comprime a raiz nervosa e provoca os sintomas de uma hérnia (de disco).


A maioria das hérnias ocorre na região lombar (perto da cintura), mas também existem hérnias da região torácica e cervical (pescoço).




Causas
Traumas, infecções, malformações congênitas, doenças inflamatórias e metabólicas, neoplasias, distúrbios circulatórios, fatores tóxicos, fatores mecânicos e psicossomáticos. (SAMARA, 1985).


Os fatores mecânicos são os maiores responsáveis (excesso de peso, postura inadequada, exposição a vibrações, pequenos traumas repetitivos e disfunções biomecânicas não corrigidas).


Também podemos considerar o tabagismo, suas substancias promovem vasoconstrição dificultando a nutrição do disco gerando sua fragilidade.


O sedentarismo é um fator de grande relevância, visto que os músculos multífidos e transverso do abdômem (estabilizadores), que ajudam a dissipar forças compressivas perdem a sua função protetora.




Processo e Evolução da Hérnia
O rompimento das fibras do anel fibroso do centro para a periferia começa a deformar o disco, dando a ele uma morfologia diferente, abaulado o que é denominado abaulamento discal. Esse abaulamento pode ser assintomático ou gerar dor lombar (lombalgia) caso ele entre em contato com o saco dural.


Com a evolução do quadro esse abaulamento poderá aumentar seu volume gerando uma protusão, que assim como o abaulamento pode ser assintomático.


A hérnia de disco ocorre quando há uma ruptura completa das fibras do anel fibroso e conseqüente extravasamento do núcleo pulposo, esse extravasamento em geral comprime uma raiz nervosa gerando um quadro de dor, que pode ser localizada na coluna lombar (lombalgia), na coluna irradiando para a face posterior da perna e glúteos (lombociatalgia) ou mesmo apenas dor irradiada para a face posterior da perna e glúteos (ciatalgia).



A hérnia pode apresentar também uma condição chamada sequestro, quando o material não está no local da extrusão.



A utilização de técnicas de fisioterapia manual (osteopatia, mobilização neural, estabilização vertebral, RPG, Mckenzie e outros), possibilita restaurar a mobilidade funcional do segmento, correção de alterações posturais e bloqueios mecânicos, alivio da dor e principalmente visa uma solução não cirúrgica eficiente para essa patologia, com resultados positivos acima dos 85%. 

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Fonte: www.colunasemdor.net








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JAPÃO , PAÍS LONGEVO

Kyodo/Reuters /





O número de idosos com mais de 100 anos superou pela primeira vez na história do Japão o recorde de 50 mil cidadãos, segundo estimativa do Ministério da Saúde local. 


O estudo, elaborado anualmente desde 1963, aponta que no país existem 51.376 centenários, 3.620 a mais que no ano anterior, no que representa o 42.º ano consecutivo de aumento. 


Com 87,3% do total, as mulheres lideram a lista, com 44.842 representantes. Em 18 de fevereiro, o país celebra o Dia do Respeito aos Idosos. Mais de 24% da população japonesa tem 65 anos ou mais.
Fonte: Jornal de Londrina








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LONGEVIDADE JAPONESA


Pesquisa revela segredo da longevidade no Japão




Acesso a saúde, dieta saudável e higiene estariam entre fatores de longevidade japonesa.

O Japão tem a maior média de expectativa de vida do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das Nações Unidas (ONU), e o segredo não é somente a alimentação, como se pensava.

Segundo Kenji Shibuya, professor do departamento de política global de saúde da Universidade de Tóquio, as razões da longevidade japonesa têm tanto a ver com o acesso a medidas de saúde pública quanto a uma dieta equilibrada, educação, cultura e também atitudes de higiene no dia-a-dia.


''A expectativa de vida do japonês aumentou rapidamente entre os anos 50 e 60, primeiramente, por causa da queda da taxa de mortalidade infantil'', explicou à BBC Brasil o professor Shibuya.


Tomoji Tanabe ,
considerado o homem mais velho do mundo, 
falecido em junho de 2009, 
aos 113 anos.


Depois, as autoridades concentraram esforços para combater a mortalidade adulta. O resultado positivo foi, em grande parte, consequência dessa política de saúde adotada pelo país.



Histórico de sucesso
Hoje, um bebê quando nasce no Japão pode esperar viver até 86 anos se for uma menina, e quase 80 se for menino.
Mas segundo o estudo conduzido pelo professor Shibuya, os japoneses nem sempre tiveram a perspectiva de viver por tanto tempo.

Em comparação com dados de 1947, houve um salto de mais de 30 anos na expectativa de vida de uma pessoa.
Esse crescimento começou no final da década de 50, quando o país passou a experimentar um desenvolvimento econômico acelerado.


Yu Rikiya diz que acesso a muitas atividades prolonga a vida
No pós-guerra, o governo começou a investir em ações de saúde pública, introduzindo o seguro nacional de saúde em 1961, tratamento grátis para tuberculose e infecções intestinais e respiratórias, além de campanhas de vacinação.



Uma das principais ações foi a redução das mortes por acidente vascular cerebral (AVC). ''Isso foi um dos principais impulsionadores do aumento sustentado da longevidade japonesa depois de meados dos anos 1960'', contou o estudioso.

''O controle da pressão arterial melhorou através de campanhas, como a de redução do consumo de sal, e uma maior utilização de tecnologias de custo-benefício para a saúde, como medicamentos anti-hipertensivos com cobertura universal do seguro de saúde.''



Educação e cultura
Porém Shibuya lembra que o crédito dessa conquista não é só do governo. ''Em 1975, muitas doenças não transmissíveis já estavam em níveis extremamente baixos em comparação com outras nações de alta renda, devido em grande parte a uma herança cultural de cuidados com a alimentação e prática de atividades físicas'', sugere.

Além disto, segundo o estudo, os japoneses dão uma atenção à higiene em vários aspectos da vida diária. “Essa atitude pode, em parte, ser atribuída a uma complexa interação de cultura, educação, clima (por exemplo, temperatura e umidade), ambiente (por exemplo, ter água em abundância e ser um país consumidor de arroz) e a velha tradição xintoísta de purificar o corpo e a mente antes de se encontrar com outras pessoas”, diz o estudo.

''Eles também são conscientes em relação à saúde. No Japão, check-ups regulares são normais e oferecidos em larga escala em escolas e no trabalho, a todos, pelo governo'', afirma ainda o estudo. ''Em terceiro, a comida japonesa tem benefícios nutricionais balanceados e a dieta da população tem melhorado de acordo com o desenvolvimento econômico ao longo das décadas.''

Para o cantor de rua japonês Yu Rikiya, de 68 anos, o segredo é o fato de haver muitas atividades voltadas para pessoas de idade mais avançada. “Essas pessoas têm um motivo toda semana para continuar vivendo. Fazem o que gostam, se divertem e não se estressam”, sugere ele.

Além de produzir e vender os próprios CDs, Yu Rikiya canta na noite e diz que nunca se preocupou com o avanço da idade. ''Temos acesso a médicos, tratamentos e remédios. Ganho o suficiente para comer e sustentar a família. Saio com amigos para beber e curtir a vida. Então, para que se preocupar?'', questiona, sorrindo.
''Quero viver muito ainda, produzir mais música e, quem sabe, ainda ser famoso um dia'', planeja.






Envelhecimento
O lado negativo do sucesso do Japão em conseguir manter a população saudável é o desequilíbrio populacional. Até agora, cerca de 24% da população tem mais de 65 anos.

Mas cálculos do governo apontam que, em 2060, a porcentagem de idosos será de 40%, numa população que se reduzirá dos atuais 127 milhões para 87 milhões.

Segundo o estudo, a expectativa de vida deve aumentar ainda mais, chegando a 84 anos para homens e 90 para as mulheres.

''O rápido envelhecimento da população japonesa é um desafio para o sistema de saúde do Japão em termos de financiamento e qualidade dos cuidados'', aponta Shibuya.

''Simplesmente aumentar a expectativa de vida não faz mais sentido. Devemos focar mais em maximizar de forma saudável essa expectativa de vida'', sugere.

Outros desafios que o Japão enfrenta são altos índices de alcoolismo, tabagismo e suicídio, problemas gerados em parte por causa do aumento do desemprego e do prolongamento da crise econômica.
Fonte: BBC Brasil










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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

FAMOSOS QUE FAZEM PILATES: SHERON MENEZZES TAMBÉM PRATICA PILATES # nº 99



Cada dia o método Pilates ganha mais popularidade 
e os famosos têm ajudado bastante nesta divulgação.


FOTO; contigo.abril.com.br/

Sheron Menezzes posta foto em que aparece fazendo Pilates no Twitter

Sheron Menezzes (Foto: Twitter/Reprodução)



Sheron Menezzes está suando a camisa para manter seu corpão. 

A atriz postou no Twitter, uma foto em que aparece fazendo Pilates com a ajuda de uma professora. 

"Terminando uma deliciosa aula de Pilates", escreveu a atriz no microblog.
Fonte: ego.globo.com/












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BIOCENTRO - CURITIBA


                                                               FONES: 99777882 / 30224003











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AVALIAÇÃO POSTURAL


Avaliação postural: 

qual o melhor método?














A postura humana é a relação entre as posições dos complexos articulares do corpo em um dado momento. Em um alinhamento postural ideal, espera-se que os músculos, articulações e suas estruturas esqueléticas encontrem-se em estado de equilíbrio dinâmico, gerando uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga, na qual o aparelho locomotor tenha máxima eficiência.

A avaliação postural tem importância fundamental para o diagnóstico, planejamento e acompanhamento da evolução de um tratamento fisioterapêutico, porém é uma avaliação complexa, difícil de mensurar. Isto explica a baixa quantidade de pesquisas que conseguem associar alterações posturais a lesões ou disfunções musculoesqueléticas específicas.

Portanto, é essencial estabelecer métodos confiáveis e quantitativos de avaliação postural, já que a avaliação postural subjetiva muitas vezes é inconclusiva e passível de erros.

A goniometria manual é um método subjetivo, muito utilizado na fisioterapia devido ao baixo custo do instrumento e a facilidade de mensuração, que depende quase que exclusivamente da experiência do avaliador.

Porém com o avanço tecnológico, outra alternativa mostra-se muito útil para a avaliação quantitativa das assimetrias posturais: a fotogrametria computadorizada (combinação da fotografia digital com softwares que permitem a mensuração de ângulos e distâncias horizontais e verticais). Esta é capaz de trazer dados mais confiáveis do que aqueles obtidos pela observação visual.

           Para a avaliação postural pela fotogrametria computadorizada, palpam-se determinados pontos que, em seguida, são marcados bilateralmente com etiquetas auto-adesivas. O paciente é então fotografado nos planos sagital direito e esquerdo e frontal anterior e posterior com uma câmara digital. As fotos são passadas para um computador onde softwares específicos são utilizados para calcular diferentes ângulos e distâncias entre os pontos anatômicos marcados.








Comparando-se a goniometria com a fotogrametria, estudos não encontraram diferenças significativas entre os dois métodos de avaliação para as medidas em que os pontos anatômicos ou eram todos próximos das hastes do goniômetro ou eram dispostos de forma mais planar no corpo humano, sem haver a necessidade das hastes contornarem irregularidades anatômicas. Porém quando os pontos anatômicos de referência são distantes entre si ou dispostos de maneira que a conformação dos segmentos (ou até mesmo a massa muscular) atrapalham o posicionamento dos braços do goniômetro, a goniometria mostra-se menos confiável que a fotogrametria.

Desta forma, a fotogrametria é um método objetivo e quantitativo de avaliação postural mais eficaz que a avaliação subjetiva (visual ou por goniometria), e permite a comparação da postura antes, durante e após o tratamento.
Fonte: fisioterapiadenisepripas







VEJA TAMBÉM MATÉRIA PUBLICADA EM
26 MAI 2012
O QUE É UMA AVALIAÇÃO POSTURAL?





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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA NO ALZHEIMER


   
Descrita pela primeira vez por Alois Alzheimer, um neurologista alemão, em 1906, a doença de Alzheimer é um distúrbio do sistema nervoso central de caráter degenerativo, irreversível, que leva a piora das funções cognitivas superiores, declínio das habilidades funcionais e sociais. O início da doença se dá muitas vezes por perda de memória e simples alterações de personalidade.

A causa da doença ainda é desconhecida e, embora ainda não haja medicações curativas, já existem drogas que atuam no cérebro tentando bloquear sua evolução, podendo, em alguns casos, manter o quadro clínico estabilizado por um tempo maior.

A Doença de Alzheimer afeta cada pessoa de diferentes maneiras: em princípio, o impacto da doença sobre o sistema familiar pode ter maior ou menor grau, dependendo da percepção do cuidador quanto aos déficits apresentados pelo portador. Por exemplo: mudanças cognitivas (memória, atenção, linguagem, etc.), funcionais (declínio na execução das atividades diárias) ou comportamentais (agitação, agressividade, etc.), e de como e em que proporção estes déficits estão interferindo no cotidiano do portador.


Os sintomas podem ser mais bem entendidos no contexto dos estágios de seu desenvolvimento:

Estágio Inicial: o estágio inicial da doença é freqüentemente negligenciado e incorretamente considerado como “processo normal do envelhecimento”. Como o desenvolvimento da doença é gradual, fica difícil identificar exatamente o seu início. Neste estágio, a pessoa pode apresentar dificuldades com linguagem, desorientação de tempo e espaço, dificuldades para tomar decisões, dificuldades para lembrar fatos recentes, perda de iniciativa e motivação, sinais de depressão, perda de interesse nos hobbies e outras atividades.

Estágio Intermediário: com o progresso da doença, os problemas se tornam mais evidentes e restritivos. Há dificuldades com as atividades do dia-a-dia, além de esquecimento de fatos recentes e nomes das pessoas; maior dificuldade em administrar a casa ou negócios; necessita assistência na higiene pessoal; maior dificuldade na comunicação verbal; apresentar problemas de vagância (andar sem parar) e alterações de humor e de comportamento como agitação, agressividade, que pode ser física e/ou verbal), delírios (acreditar que está sendo roubado, que é traído pelo cônjuge, etc.), apatia, depressão, ansiedade, desinibição (despir-se em público, indiscrições sexuais, linguagem maliciosa, etc.).

Estágio Avançado: a dependência se torna mais severa, os distúrbios de memória são mais acentuados e o aspecto físico da doença se torna mais aparente. O portador pode apresentar dificuldades para alimentar-se de forma independente, não reconhecer familiares, amigos e objetos conhecidos, dificuldade em entender o que acontece ao seu redor, dificuldade de locomoção, incontinência urinaria e fecal, comportamento inadequados em público, agressividade e agitação.



A fisioterapia deve ser realizada em todas as fases da doença de Alzheimer, objetivando manter o indivíduo o mais ativo e mais independente possível, seja no domicílio, seja em centros de reabilitação. As atividades terapêuticas propostas devem assegurar que o paciente permaneça seguro, independente e capaz de realizar atividades da vida diária e atividades da vida diária instrumental pelo máximo de tempo que for possível.

O importante déficit cognitivo presente na Doença de Alzheimer requer do fisioterapeuta a adoção de algumas estratégias, como dar ordens simples, certificando-se de que o paciente entendeu o objetivo da tarefa. A organização das tarefas numa seqüência melhora o desempenho das atividades e mantém um nível adequado de alerta para o desenvolvimento do aprendizado.

Uma grande prioridade deve ser atribuída à promoção da saúde por meio da prevenção de complicações, orientando tanto o paciente quanto os familiares e cuidadores sobre as predisposições da patologia no indivíduo portador.

Indivíduos com déficits cognitivos necessitam de constantes comandos e incentivos verbais pelos cuidadores. O processo de reabilitação também inclui a realização de modificações ambientais necessárias para a segurança do paciente, de modo que possa viver um ambiente o mais aberto possível.

O fisioterapeuta tem um papel muito importante na manutenção e/ou na melhora do desempenho funcional, social e cognitivo do indivíduo portador da doença de Alzheimer, contribuindo diretamente na qualidade de vida destes indivíduos.
Fonte: Crefito 9











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