sábado, 11 de setembro de 2010

FRASE DE PHILLIPE SOUCHARD

De acordo com Shouchard, 1996
"A estrutura musculoesquelética é a carcaça do nosso corpo.
Ela determina sua forma, influencia as funções, condiciona os movimentos e pode alterar o psiquismo.
Sua deformação é dispendiosa em energia e pertuba obrigatoriamente a sensibilidade." 

VEJA ENTREVISTA COM PHILLIPE SOUCHARD
PUBLICADA NESTE BLOG EM
20 MAR 2010

O PILATES É INDICADO PARA CRIANÇAS?






" Melhora da postura e 
reorganização do sistema locomotor 
são apenas alguns dos benefícios 
encontrados pela turma dos pequenos
que iniciam a prática do Pilates." 







Dores nas costas e má postura não são sinais somente dos adultos, as crianças também sofrem desses males. 



 
As crianças apresentam tais problemas devido ao grande tempo dispendido em frente das TVs e pela longa  permanência em frente dos computadores.

Tentando amenizar estas situações, os pais tem buscado a técnica do  Pilates.
Método de condicionamento físico criado na Alemanha que vem entrando ultimamente no mundo infantil. 





A atividade física é fundamental 
na fase de crescimento, 
mas muitos pais não tem idéia
de como encontrar uma solução
para o sedentarismo dos filhos.






O Pilates faz uso de diferentes aparelhos e diversos acessórios como bolas e bastões atraindo facilmente as crianças . 
Os exercícios são aplicados como uma brincadeira, de forma bastante lúdica  trabalhando de forma globalizada toda a musculatura corporal, objetivando assim a  conquista das crianças e desta forma  corrigindo os maus hábitos posturais, promovendo uma reeducação corporal.

O Pilates também trabalha muito com a consciência corporal, e este é um dos fatores preponderantes para dar um novo enfoque na questão postural destas crianças.

É preciso que as crianças estabeleçam conexões entre as aulas de Pilates e o universo no qual estão inseridas, para a partir daí, perceberem por exemplo, os benefícios de uma boa postura e a tomada de uma maior consciência corporal.
Roberto Quintana















 






Já existem no mercado diversos vídeos mostrando o que pode ser desenvolvido nas crianças com relação ao Pilates.
Este DVD, por exemplo,  pode ser uma ferramenta muito útil para  pais e educadores sobre o Pilates na infância.

TRATAMENTO PARA LABIRINTITE

A reabilitação vestibular é a melhor opção terapêutica nos pacientes portadores de vestibulopatias, porque além de melhorar sobremaneira o equilíbrio do doente, tem ainda a função profilática, ajudando-o a restabelecer a confiança em si mesmo, reduzindo a ansiedade e melhorando o convívio social.



A reabilitação vestibular (RV) é um programa de tratamento realizado por exercícios, associado a um conjunto de medidas relacionadas à mudança de hábitos e esclarecimentos sobre os sintomas associados à alteração do equilíbrio. 

É um método de terapia fisiológico, inócuo e coerente, que pretende trabalhar o paciente vertiginoso aliviando os sintomas e aumentando seu limiar de sensibilidade para a vertigem. 



A reabilitação vestibular (RV) procura restabelecer o equilíbrio por meio de estimulação e aceleração dos mecanismos naturais de compensação, induzindo o paciente a realizar o mais perfeitamente possível os movimentos que estava acostumado a fazer antes de surgir a tontura.



Este termo significa um trabalho não apenas com o sistema vestibular, mas com inúmeras estruturas que fazem parte do nosso sistema de equilíbrio. É uma opção de tratamento para pacientes portadores de distúrbios vestibulares que envolvem estimulações visuais, proprioceptivas e vestibulares.


O uso de exercícios para o tratamento de indivíduos com doenças vestibulares começou na década de 1940 quando Cawthorne (Otorrinolaringologista) e Cooksey (Fisioterapeuta) introduziram exercícios físicos no tratamento de pacientes com doença de Ménière que haviam sido operados, tendo observado uma aceleração na recuperação destes pacientes.


Exercícios vestibulares de Cawthorne e Cooksey implementam subsídios para que novos rearranjos das informações sensoriais periféricas aconteçam, permitindo-se que novos padrões de estimulação vestibular necessários em novas experiências, passem a serem a ser realizados de forma automática. 

Este treino do equilíbrio promove melhoras nas reações de equilíbrio com conseqüente diminuição na possibilidade de quedas.

Estes exercícios caracterizam-se por um programa de reabilitação vestibular e envolvem movimentos de cabeça, pescoço e olhos; exercícios de controle postural em várias posições (sentado, em apoio bipodal e unipodal, andando); uso de superfície de suporte macio para diminuição do input proprioceptivo; exercícios com olhos fechados para abolição da visão.


Um fator importante da reabilitação vestibular de Cawthorne e Cookey é a oferta de um programa domiciliar no controle e monitorização diária da vertigem crônica produzindo efeito positivo na mudança de hábitos do paciente e na relação da equipe médica, cliente e familiares.




A reabilitação vestibular é a melhor opção terapêutica nos pacientes portadores de vestibulopatias, porque além de melhorar sobremaneira o equilíbrio do doente, tem ainda a função profilática, ajudando-o a restabelecer a confiança em si mesmo, reduzindo a ansiedade e melhorando o convívio social.


No entanto, embora bem conduzida, algumas vezes a reabilitação vestibular não surte os efeitos desejados e inicialmente propostos podendo falhar. Em outros casos os pacientes apresentam limitações de deambulação e, os exercícios de marcha não podem ser realizados, comprometendo o resultado do tratamento.

Uma das principais diretrizes que o médico deve respeitar na indicação da RV é tratar a etiologia desencadeante da vestibulopatia. Para haver resposta adequada, é preciso que o processo seja estável, ou seja, não aconteça em surtos ou crises. Portanto, mesmo nos casos onde a melhora dos sintomas não foi evidente, a reabilitação vestibular funcionou como ferramenta auxiliar.
Fonte: medicinageriátrica

TENHO SENTIDO TONTURAS, SERÁ QUE É PROBLEMA DE LABIRINTO?



Labirintite é um termo popular usado geralmente referindo-se aos distúrbios do labirinto, órgão responsável pelo equilíbrio e audição. São várias as causas das labirintopatias. Às vezes tonturas e vertigens podem significar o primeiro sinal de alguma doença importante.



O equilíbrio
O equilíbrio corporal permite que o corpo se mantenha parado de modo estável ou em movimento de maneira harmônica e precisa. Desta maneira, nos sentimos seguros e confortáveis em relação ao nosso corpo no espaço e nos integramos fisicamente e emocionalmente ao ambiente que nos circunda. 

Em linhas gerais, o equilíbrio corporal depende, do funcionamento do labirinto e de sua complexa rede de comunicação com os sistemas ocular, proprioceptivo (a sensação que temos do nosso próprio corpo) e com o sistema nervoso central. 



Distúrbios do labirinto
Nosso ouvido possui dois componentes distintos: 
a cóclea, que é responsável pela nossa audição 
e o vestíbulo, que é responsável pelo nosso equilíbrio. 


  Juntos, cóclea e vestíbulo formam o labirinto. 




Labirintite é um termo popular usado geralmente referindo-se aos distúrbios do labirinto. Porém, o termo correto para as doenças do labirinto é labirintopatia, sendo a labirintite uma das labirintopatias de origem infecciosa.

O comprometimento do labirinto vai provocar sintomas como tonturas, desequilíbrio, surdez ou zumbido. 

Tontura é a sensação errônea de movimento do nosso corpo em relação ao ambiente ou deste em relação ao nosso corpo. Quando esta sensação adquire características rotatórias, chamamos de vertigem. 

Muitas vezes, os quadros de vertigens são acompanhados de náuseas e vômitos, e quando muito intensos, uma sensação angustiante de morte iminente.



Causas de labirintopatias
São várias as causas das labirintopatias. Às vezes tonturas e vertigens podem significar o primeiro sinal de alguma doença importante. 

Nosso ouvido é um consumidor voraz de energia e depende de suprimento constante de açúcar e oxigênio. Qualquer fator que impeça a chegada ou o consumo adequado desses elementos pode gerar tontura.


Entre as inúmeras causas de tontura e vertigem podemos citar:
• Doenças próprias do ouvido e do labirinto.
• Doenças pré-existentes como diabetes, hipertensão, reumatismos, etc.
• Utilização de drogas que chamamos ototóxicas, como alguns antibióticos e antiinflamatórios que alteram as funções do ouvido.
• Alterações bruscas da pressão barométrica, como no mergulho e nos aviões.
• Infecções por vírus ou bactérias.
• Alterações do metabolismo orgânico.
• Hábitos, como o excesso de doces, cafeína, tabagismo, álcool ou drogas.
• Aterosclerose.
• Traumas sonoros.
• Problemas de coluna cervical e articulação da mandíbula.
• Stress e problemas psicológicos.
• Traumatismos na cabeça. 




Tratamento das labirintopatias
O tratamento pode der divido em três fases: tratamento dos sintomas, tratamento da causa e reabilitação do labirinto.


O tratamento dos sintomas consiste em aliviar a tonteira. Para isso são utilizados medicamentos sedativos e repouso quando necessários. Existem várias drogas hoje disponíveis que agem de maneiras diferentes, assim o médico irá prescrever o melhor medicamento para cada caso.

O tratamento da causa é aquele que investiga e trata o problema que gerou a doença do labirinto. O tratamento sintomático produz alívio dos sintomas, mas eles podem voltar se sua etiologia não for tratada. Após confirmação do diagnóstico o médico inicia o tratamento, que pode ser feito pelo otorrinolaringologista ou outro especialista, de acordo com o problema apresentado.

A reabilitação é o tratamento fisioterápico da tontura, que pode ser utilizado com ou sem uso de medicamentos. São realizadas manobras de posicionamento e movimentação da cabeça por um fisioterapeuta.


Como prevenir ou controlar as labirintopatias?
A melhor maneira de prevenir as labirintopatias é ter uma vida saudável:
Evite os maus hábitos. Conforme já vimos, o cigarro, o álcool e o excesso de cafeína podem influenciar negativamente na tontura e no zumbido.
Faça exercícios físicos. Está cientificamente provado que o exercício bem indicado melhora os níveis de colesterol e triglicérides no sangue,
diminui o risco de doenças cardíacas, previne a obesidade e fortalece a musculatura. Você evita problemas metabólicos e, portanto a tontura. A caminhada é uma boa opção.
Fracione a sua dieta. Procure alimentar-se a cada três horas, evitando grandes quantidades de comida. O excesso de sal e açúcar não são recomendados. Abuse das frutas, legumes, e verduras.
Tome muito líquido. São recomendados dois litros de água por dia. A maior filtração renal elimina as toxinas acumuladas pelo organismo.
Relaxe. O stress piora qualquer condição orgânica, inclusive a tontura. Procure ter alguns momentos reservados para o seu lazer.
E por fim, procure sempre um médico em caso de tontura, zumbido ou vertigem. Evite a automedicação, pois por trás desses sintomas, pode estar uma doença importante que deve ser tratada adequadamente.
fonte: Bibliomed, Inc.

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TRATAMENTO PARA LABIRINTITE

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A MELHOR MANEIRA PARA AVALIAR UMA PISADA

BAROPODOMETRIA 
- Avaliação Computadorizada dos Pés-


A baropodometria é o estudo da pisada, das pressões exercidas por elas e, por consequência, da postura do corpo durante esse movimento biomecânico. O exame consiste na análise do seu histórico por meio de uma rápida conversa e na caminhada sobre uma esteira eletrônica a qual gera imagens para um computador que verifica pontos de maior e menor força. 






O baropodômetro é um equipamento desenvolvido para a análise dos pontos de pressão plantar exercido pelo corpo, tanto em posição estática quanto em movimento.

Consiste de uma plataforma sensível a pressão com sensores piezoelétricos com a mais alta concepção de tecnologia, conectado a um computador o qual utiliza um software apropriado para visualizar imagens coloridas e dados estatísticos, com um alto valor diagnóstico. 


Identifica agentes diretos ou indiretos que proporcionam ao indivíduo uma instabilidade corpórea, que mais tarde serão impressas sob a forma de gráficos ou planilhas.

Na Europa, o baropodômetro é muito utilizado também em exames com pacientes diabéticos, para detectar as áreas de maior pressão nos pés, podendo assim aliviá-la evitando a formação de úlceras e em casos mais graves a amputação dos pés.

Utilizando um programa de software, através da plataforma baropodométrica é possível detectar a estabilidade do corpo e no espaço, ou seja, as oscilações posturais e o equilíbrio por meio da quantificação da posição corporal em relação a sua base de suporte que assegura o centro de gravidade dentro do polígono de sustentação.

O objetivo no diagnóstico deste exame é avaliar os seguintes parâmetros:
  • A postura do paciente na posição estática, ou seja, em pé parado;
  • Disfunções funcionais de equilíbrio e estabilidade;
  • Divisão das cargas corporais em condições ortostáticas;
  • Análise dinâmica da marcha e sua distribuição da cargas durante o passo;
  • Pico de pressão e tempo de contato com o solo;
  • Detecção das áreas de risco do pé;
  • Auxílio na confecção de órteses plantares/palmilhas;
  • Detectar alterações biomecânicas do pé, pelve e coluna;
  • Diferença de comprimento dos membros inferiores.  

Fonte: readaptec 





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18 MAR 2010
A BASE DE SUSTENTAÇÃO DO CORPO: OS PÉS E OS TORNOZELOS

     
              
             
      
            



    O QUE FAZER COM JOANETES?


    O joanete, cujo nome científico é hallux valgus, se produz por um mau alinhamento entre dois ossos do primeiro dedo do pé, fazendo com que este aponte para o segundo dedo, ocasionado uma protuberância na lateral do pé.

    Esta alteração aparece sozinha ou acompanhada por dedos em martelo (com a flexão do segundo dedo) ou dor no metatarso.
    É mais freqüente nas mulheres e a existência de casos na família torna você mais propenso ao problema.


                              dedos em martelo

     


    Conheça as maneiras para evitá-los.


    Use calçado apropriado com biqueira larga, de material macio, que permita que os seus dedos se acomodem corretamente.
    Evite os sapatos de bico fino. 

    Se você tem joanete, em casa use um sapato antigo em que você tenha podido fazer um orifício para ficar mais confortável e evitar pressioná-lo. 

    Se você usa saltos altos, eles não devem ter mais do que 4 ou 5 cm. 

    Evite fazer esforços excessivos com o pé, como os do balé ou de certos esportes. 

    Você pode usar peças ortopédicas como almofadinhas em volta do joanete ou entre o primeiro e segundo dedo, durante o dia ou à noite. 

    As palmilhas para o calçado indicadas pelo seu médico podem ser úteis para melhorar a postura do pé, diminuir os sintomas e evitar que o problema se agrave. 

    Se o joanete inflamar e doer:
    • Aplique gelo várias vezes ao dia para reduzir a inchação e, se o médico prescrever, tome um analgésico.
    • Você pode sentir alívio imergindo os pés em água quente  durante alguns minutos.
    • Massageie e faça exercícios de rotação do pé para os dois lados.
    • Deixe os pés elevados em repouso pelo menos10 minutos.

    Importante

    Consulte o ortopedista se o joanete:
    • Continuar doendo apesar de você cuidar dos pés e usar os calçados adequados.
    • Impedir você de andar e realizar outras atividades normais.
    • Apresentar vermelhidão, inflamação ou dor acentuada, principalmente se você for diabético.
    • A cirurgia para eliminar o joanete se chama bunionectomia. Ela corrige a deformidade, reconstrói os ossos e a articulação, e restabelece as suas funções.
      A recuperação completa pode levar de três a cinco semanas.    Fonte:bemsimples
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    veja matéria publicada neste blog em
    15 set 2009

    SALTO ALTO; O GRANDE DILEMA DELAS







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      CIRURGIA PARA JOANETES




       Quais são as causas do joanete?
      Dois fatores principais estão nitidamente associados ao desenvolvimento do joanete: a história familiar da patologia, ou seja, ter alguém na família com a deformidade e o uso de calçados inadequados, sobretudo salto alto e bico fino.

      O joanete é muito comum?
      É estimado que 33 % da população urbana tenha algum grau da deformidade. A incidência da deformidade é muito menor (em torno de 2%) entre indivíduos que não têm o hábito de usar calçado fechado, como os índios.

      Como é atualmente a cirurgia para correção do joanete?
      A cirurgia para correção do joanete sofreu várias inovações nos últimos anos. As técnicas mais modernas, além de serem muito mais eficazes, dispensam o uso de gesso o que facilita a reabilitação pós-operatória. De qualquer maneira, o procedimento exige alguns cuidados e o uso de calçado fechado só é permitido após 40 dias de cirurgia. Neste intervalo o paciente deambula com um calçado apropriado que proporciona o apoio somente no calcanhar.

      Que anestesia é utilizada pra cirurgia do joanete?
      O procedimento é realizado sob sedação e um bloqueio realizado na região do pé e do tornozelo, dispensando assim, o uso de anestesia geral ou na coluna. Este tipo de anestesia além de minimizar as complicações, promove uma analgesia muito mais prolongada no período pós-operatório.

      Qual é a cirurgia mais indicada para correção do joanete?
      São conhecidas mais de 100 técnicas cirúrgicas para a correção do joanete. Cada paciente, ou melhor cada pé, deve ser avaliado individualmente e o procedimento mais adequado deve ser indicado baseado no grau da deformidade e na idade do paciente, entre outros fatores.



      Pode acontecer de a cirurgia não ter sucesso?
      As chances de insucesso no tratamento do joanete são muito pequenas, desde que a cirurgia seja corretamente indicada, não hajam complicações e as recomendações sejam estritamente seguidas pelo paciente.







      Que cuidados eu devo ter após a cirurgia?
      A maioria dos pacientes submetidos à correção do joanete pelas técnicas atuais, desfrutam dos avanços da cirurgia moderna dispensando o uso de gesso e estando liberados para caminhar (com moderação) no dia seguinte à cirurgia. Porém alguns cuidados são fundamentais:

      1. Não deixe de seguir estritamente as recomendações do seu médico.

      2. A liberação para caminhar após a cirurgia, envolve o indispensável (comer, ir no banheiro,etc..). Evite caminhadas desnecessárias. Elas aumentam o inchaço, provocam dor e retardam a recuperação.

      3. Esforços exagerados no período pós-operatório, incluindo caminhadas desnecessárias, podem colocar em risco o resultado da cirurgia pela perda da correção obtida trans-operatoriamente.

      4. Não deixe de realizar todas as consultas pós-operatórias. Habitualmente você deve ver seu médico mensalmente até o sexto mês pós-operatório para assegurar uma reabilitação adequada.
      Fonte: vidaeestilo





      veja também matéria publicada neste blog em
      18 mar 2010

      A BASE DE SUSTENTAÇÃO DO CORPO:  OS PÉS E OS TORNOZELOS






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