segunda-feira, 11 de outubro de 2010

FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A LONGEVIDADE

De acordo com a universidade de Standford, dos Estados Unidos, viver mais e melhor depende muito de cada um.
Segundo a pesquisa divulgada por essa instituição,


 50%   dependem do ESTILO DE VIDA

 20%  a  FATORES GENÉTICOS

 20%  a FATORES AMBIENTAIS e 


 10%  a ASSISTÊNCIA MÉDICA

domingo, 10 de outubro de 2010

O GELO FUNCIONA MESMO?

O uso da crioterapia para a prevenção e recuperação de lesões e dores



Bolsa de gelo é uma das formas de crioterapia
Bolsa de gelo é uma das formas de 
crioterapia

A palavra crioterapia vem da palavra grega krýios (gelo) e significa “terapia pelo gelo ou frio”. Esse tipo de terapia é muito utilizado no mundo esportivo, seja ele para rendimento, como também para saúde.

Muito recomendada pelos médicos, fisioterapeutas e até mesmo pelos educadores físicos. Isso porque o seu uso pode ser por vários motivos, alguns deles são: 
diminuição da fadiga, 
prevenção de lesões e dores, 
inchaços ou edemas, 
espasmo muscular, 
tendinites, 
bursites, 
recuperação de lesões, 
traumatismos mecânicos, 
entorses, dentre outros.

A crioterapia pode ser aplicada de diversas formas, como bolsas de gelo e banhos de contraste.


É uma terapia que pode ser aplicada de diversas formas, algumas delas são: bolsas de gelo, spray frio (produtos químicos), banhos de contraste, massagem com gelo, turbilhão frio e/ou com gelo. A mais simples, segura e econômica é a aplicação da bolsa de gelo.

Segundo especialistas, a aplicação do gelo é recomendada em média 20 minutos com o intervalo de pelo menos 2 horas, para uma próxima aplicação e pode ser reaplicada algumas vezes no dia. Tomar cuidado apenas para não colocar frio intenso sobre a pele para não causar queimaduras.

Essa aplicação passa por, pelo menos, três estágios de sensação. A primeira é a sensação de frio que é seguida por uma picada; logo depois, a  dor ou o ardor e finaliza com a dormência.

Muitos atletas amadores, principalmente os de corridas de rua (esporte que vem crescendo significativamente), não se preocupam muito com o uso da crioterapia, principalmente a preventiva. Eles acham que não terão problemas futuros, que é perda de tempo ou que é inconveniente, entre outros motivos, infelizmente, pois o uso traz grandes benefícios.

Podemos citar alguns desses benefícios:

- Anestesia;

- Estimula o relaxamento;

- Reduz a dor, principalmente após os treinos;

- Diminui os processos inflamatórios;

- Reduz a inflamação;

- Diminui o espasmo muscular;

- Evita morte celular;

- Diminui a fadiga;

- Reduz edema;

- Diminui as consequências dos traumatismos mecânicos;

- Libera endorfina na região aplicada;

- Diminui a rigidez articular e muscular;

Mesmo sabendo dos benefícios da crioterapia, é importante a orientação de especialistas para poder fazer uso do mesmo, de maneira correta e segura.
fonte: JC ONLINE

VEJA TAMBÉM MATÉRIA PUBLICADA NESTE BLOG EM
19 MAR 2010
CALOR E FRIO PARA A DOR?

VEJA TAMBÉM MATÉRIA PUBLICADA NESTE BLOG EM
6 MAIO 2010

USO GELO OU CALOR EM UM TRAUMA?

sábado, 9 de outubro de 2010

COMO PASSAR DOS 100 ANOS?

Quais os limites reais do envelhecimento? 
Até quando um ser humano pode, fisicamente, viver?


 Dieta e atividade física 
também continuam parte da receita. 

 Os nutricionistas enfatizam o combate aos radicais livres, substâncias que se acumulam no organismo e, ao longo do tempo, atacam as células do corpo. Seus efeitos nocivos vão do envelhecimento da pele ao aumento do risco de câncer. Para enfrentá-los, os nutricionistas recomendam uma dieta rica em azeite de oliva, chá verde, nozes, soja ou frutos do mar.

Quando se fala em exercício, os médicos já se acostumaram a receitar musculação e trabalho aeróbico. Mas pesquisas recentes indicam que determinados tipos de ginástica são especialmente importantes.

"As pessoas longevas têm em comum
a força dos músculos, dos ligamentos da coluna e
das articulações próximas a ela," 

Para conseguir isso, alguns idosos,  praticam reeducação postural, pilates, ioga ou tai chi chuan.

Quais os limites reais do envelhecimento? Até quando um ser humano pode, fisicamente, viver? De acordo com os pesquisadores, a velhice é causada por falhas no processo de renovação celular. 
No corpo humano, cada célula é substituída entre 30 e 50 vezes ao longo da vida. Com o tempo, fatores químicos e genéticos provocam defeitos na produção das novas células. 
Quando um grande número delas fica defeituoso ou morre, chega a senilidade. 

Os cientistas agora pesquisam técnicas para combater esse desgaste.

DOR NA PERNA TODA IRRADIANDO-SE DESDE A COLUNA: CUIDE PODE SER NERVO CIÁTICO

O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano 



É o principal nervo dos membros inferiores, ou seja, das pernas. 

Seu trajeto vai desde a região lombar (parte baixa das costas) até o dedo do pé. Só para ter uma idéia, as musculaturas da região do quadril, do joelho, do tornozelo e os músculos posteriores da perna e do pé, são controlados por esse nervo. 

O termo ciatalgia indica dor em regiões percorridas pelo no nervo ciático. Essa condição clínica pode causar muito desconforto em várias áreas do corpo, inclusive, na ponta do pé.

Diversos fatores podem causar um quadro de ciatalgia. Dentre os principais, contam-se determinados casos de hérnia de disco, obesidade, fraturas de vértebras, tensão muscular, compressão vertebral, mau alinhamento da coluna (como nos casos de escolioses e das hiperlordoses) e alterações posturais que podem ocorrer durante a gestação. 

Além disso, hábitos incorretos como o de dormir em posições inadequadas, ficar muito tempo sentado ou em pé, o sedentarismo, a falta de cuidado com a postura durante o trabalho e o lazer, além de exercícios físicos inapropriados, poder causar essa condição clínica desagradável. 

Os cuidados indicados para um paciente com ciatalgia dependerão das particularidades de cada caso. Não obstante, serão sempre desejáveis avaliação e acompanhamento realizados por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, como por exemplo, Médicos, Fisioterapeutas e Enfermeiros.

O tratamento da ciatalgia pode ser realizado de variadas formas, sendo normalmente indicados a Fisioterapia, o repouso, o auxílio medicamentoso e até mesmo, a depender do caso, intervenções cirúrgica
pode implicar, também, provocando diversos outros problemas, tais como alteração dos reflexos, dificuldade de movimentação e até perda dos movimentos da pernas.

VEJA MATÉRIA PUBLICADA NESTE BLOG EM
1 NOV 2009

DOR CIÁTICA E SÍNDROME DO PIRIFORME TRATADAS COM PILATES

DOR NA REGIÃO DA VIRILHA? PODE SER PUBALGIA



A PUBALGIA PODE TORNAR-SE  CRÔNICA 
SE NÃO FOR TRATADA ADEQUADAMENTE

Começa com uma dor na região da virilha, nas coxas, às vezes fraca e não muito bem definida. Com o tempo, se não tratada, pode se tornar uma doença crônica. 

Por causa dessa característica, a pubalgia – uma inflamação na região do púbis – muitas vezes não é diagnosticada nem comentada. Mas a dor provocada pela doença restringe movimentos.

No início, ela pode ser confundida com uma simples dor muscular. Depois, pode ainda ocorrer o diagnóstico de hérnia inguinal (hérnias que ocorrem na região da virilha), infecção urinária e fratura. Isso acontece porque quando a lesão é leve não há grandes alterações visíveis em um exame de raio X. 

Em qualquer um dos casos, quanto antes o problema for detectado, melhor e mais rápida deverá ser a recuperação do paciente.

Em mais de 90% dos casos, o tratamento é clínico.
Quando se trata de uma situação de mais gravidade, porém, pode ser necessário fazer uma cirurgia para correção da inflamação. 

A pubalgia pode ocorrer, por exemplo, em mulheres grávidas, mas é mais frequente em homens e, especialmente, em atletas. Isso porque eles são submetidos a uma carga de treinamento e a um excesso de impacto na região.

Os sintomas :




  • Dor na região púbica, principalmente ao levantar, sentar e ao tossir









  • Aumento da dor com apoio unipodal e exercícios de alta intensidade (corrida)









  • Sensação de ardor na região da virilha










  • Crepitação na sínfise púbica










  • Espasmos de adutor









  • Diminuição da amplitude de movimento do quadril









  • Possível dor lombar










  • Marcha Anserina (marcha com rotação lateral dos membros inferiores)










  • No futebol, dor no primeiro passe ou chute








  • Os sintomas da pubalgia são na maioria das vezes causados pelo desequilíbrio muscular entre os músculos abdominais e adutores. A ação dos abdominais leva a uma elevação pélvica e os adutores acabam por tracionar, afastando a sínfise púbica, levando então a um stress ligamentar e inflamação local.




  • Outro grupo muscular que interfere neste desequilíbrio biomecânico são os posteriores da coxa (isquiotibiais). Quando estes estão encurtados ocorre uma tração lombar, potencializando o desequilíbrio de abdominais de adutores, principalmente no movimento de chute do futebol.










  • Tratamento - O tratamento inicial é sempre conservador. Repouso completo, administração de antiinflamatórios e aplicação de compressa de gelo por quinze minutos no local, para aliviar a dor. Pode-se alongar levemente os músculos abdominais, adutores e isquiotibiais (nos casos de término da dor, alongar normalmente).

    A fisioterapia tem papel fundamental no re-equilíbrio muscular e no retorno as atividades desportivas. O tratamento cirúrgico só é utilizado caso o tratamento conservador falhe.









  • VEJA MATÉRIA PUBLICADA NESTE BLOG EM
    12 AGO 2010
    KAKÁ E O TRATAMENTO DA PUBALGIA






    segunda-feira, 4 de outubro de 2010

    CAMINHAR FAZ PERDER BARRIGA?



    Estudos realizados em centros de pesquisa do mundo todo comprovam que a mais simples de todas as atividades físicas – andar – é uma forma eficaz, fácil e barata de emagrecer, ganhar fôlego e proteger o coração. 

    A novidade é que especialistas americanos 
    descobriram que caminhar
    é tiro e queda para acabar
    com a gordura abdominal. 

    Eles analisaram a relação entre esse tipo de exercício e os excessos que insistem em se alojar na barriga e provaram que uma média de duas horas e meia de caminhada por semana pode exterminar as sobras nessa região e diminuir até 2,5 centímetros em quatro semanas.

    domingo, 3 de outubro de 2010

    LESÕES MAIS COMUNS NA CORRIDA DE RUA

    A corrida de rua 
    é uma das modalidades mais praticadas atualmente, 
    fala-se em 4 milhões de pessoas. 

    Por tratar-se de uma atividade que pode ser feita em qualquer lugar, muitos praticantes correm sem orientação profissional o que pode resultar em lesões. 
    Veja aqui as mais comuns:




    Condromalácia patelar: é uma das lesões mais comuns entre os corredores. É uma lesão relacionada com o atrito excessivo entre a patela e a extremidade do fêmur, o osso da parte superior da perna. Quando os ossos se ajustam de maneira adequada, a patela se move suavemente dentro de uma depressão na extremidade inferior do fêmur. Ocasionalmente, no entanto, o ajustamento é incorreto, e ao invés de ficar totalmente dentro da cavidade a que pertence a patela, fica roçando em um de seus lados. Se esse atrito é prolongado, desgasta uma parte da cartilagem da patela.

    Fraturas por estresse:
    é uma pequena alteração na estrutura óssea causado pelo esforço ou solavanco. Geralmente não exige gesso ou ataduras, desaparecendo com algum repouso. O diagnóstico é difícil, até mesmo para o médico que não sabe o que procurar, porque as fraturas de estresse nem sempre aparecem nas radiografias. Ocorrem mais freqüentemente nos ossos mais longos dos dedos do pé (os metatarsos) e nos dois ossos da parte inferior da perna (a tíbia e a fíbula).

    Fascite plantar:
    foi descrita como uma condição inflamatória da fáscia plantar do médio pé ou em sua inserção na tuberosidade medial do calcâneo que envolve microlacerações ou ruptura parcial das fibras fasciais. A designação inespecífica mais apropriada é síndrome de dor no calcanhar. Manifestam-se em resposta as cargas repetidas, nas quais as forças compressivas achatam o arco longitudinal do pé.

    veja matéria publicada neste blog em
    13 dez 2009
    DOR NA SOLA DOS PÉS ( FASCEÍTE PLANTAR)







    Periostite de esforço:
    ocorre na parte anterior da perna, entre a tíbia e o músculo sóleo. É uma inflamação do periósteo, que é uma membrana que recobre o osso por ação do músculo sóleo que, ao contrair-se, força o periósteo da tíbia.

    Entorse de tornozelo:
    pode ser uma sobrecarga grave, estiramento ou laceração de tecidos moles como a cápsula articular, ligamentos, tendões ou músculos. Porém, esse termo é freqüentemente usado em referência específica à lesão de um ligamento, após o movimento de torção.

    Lesões do tendão patelar:
    fazem parte de um grupo maior de doenças que causa o que os ortopedistas chamam de “dor anterior do joelho”. Dessa forma, o atendimento médico visa ao diagnóstico clínico da doença específica responsável pela dor do esportista. Basicamente, as lesões do tendão patelar são as tendinopatias (tendinites), com fases diferentes de gravidade, as rupturas parciais e as rupturas totais.

    Síndrome de estresse tibial:
    é uma reação inflamatória das inserções tibiais fasciais profundas em resposta à aplicação de cargas crônicas. A dor se localiza nas cristas anterior ou postero-medial da tíbia, ou em ambas, e resulta das forças tensivas excessivas aplicadas por uma ação excêntrica das unidades músculotendinosas, o mais das vezes o solear, o tibial posterior e o flexor longo dos dedos.

    Tendão calcaneano tendinite:
    e ruptura: as cargas freqüentes e repetidas impostas a o tendão calcaneano o predispõem para as patologias por uso excessivo (overuse), mais comumente por tendinite (inflamação no peritendão), distúrbios de inserção miotendinosas ou tendinopatias.





    As principais causas para o acometimento das principais lesões músculo-esquelético, geralmente estão relacionadas a fatores extrínsecos como: sobrecarga de treinamento, visando performance em atletas profissionais, falta de orientação técnica em atletas amadores que iniciam nas corridas de rua, equipamentos inadequados e locais inapropriados para pratica da corrida.