terça-feira, 5 de maio de 2015

A MÁ POSTURA EM SALA DE AULA


                          TORTURA EM SALA DE AULA



Nas escolas, onde passam pelo menos 4 horas por dia, crianças e adolescentes podem viver uma prévia do desconforto que inferniza a vida dos adultos. Móveis padronizados, cadeiras anatomicamente incorretas e mesas fora do esquadro. É UM MAU COMEÇO.

A postura em sala de aula pode determinar se a criança terá ou não uma coluna saudável. Um dos problemas é que as escolas têm carteiras iguais para crianças de peso e alturas diferentes. Para atender com um mínimo de conforto a todos, as carteiras precisam ter assento de bordas arredondadas, de forma a não apertar as pernas nem atrapalhar a circulação do sangue. Devem ter espaço para apoiar os braços e o encosto precisa ter apoio para região lombar.

As crianças só não sofrem mais porque se mexem o tempo todo, mesmo quando estão sentadas.

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Fonte: sbrpg@sbrpg.com.br





VEJA TAMBÉM MATÉRIA SOBRE POSTURA EM CRIANÇAS E  ADOLESCENTES:

ÓCULOS PARA AJUDAR PACIENTES COM PARKINSON

Óculos de realidade virtual ajudam pessoas com Parkinson a andar


Equipamento usado em fisioterapia projeta quadriculado em 3D.
Óculos estimulam que paciente use mecanismo mais consciente para andar.



 Pietro Azzolini, diagnosticado com Parkinson há 12 anos, treina com óculos de realidade virtual (Foto: Mariana Lenharo/G1)
Pietro Azzolini, diagnosticado com Parkinson há 12 anos, treina com óculos de realidade virtual (Foto: Mariana Lenharo/G1)









No Hospital das Clínicas de São Paulo (HC-FMUSP), um grupo de pacientes com mal de Parkinson conseguiu avanços para voltar a andar com agilidade e segurança graças ao uso de óculos de realidade virtual em sessões de fisioterapia. 





O paciente Pietro Azzolini, de 68 anos, já não se desequilibra ao andar na rua. Ele foi diagnosticado com a doença há 12 anos. “Depois do tratamento, senti mais firmeza e mais segurança para andar”, diz. “O Parkinson de modo geral não tem cura, mas esse tipo de equipamento, que muita gente nem sabe que existe, pode melhorar muito o desempenho das pessoas.” 



Segundo a fisioterapeuta Carolina Souza, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP, os óculos são especialmente eficazes para tratar um sintoma comum em pacientes com Parkinson em estágio 3 (ao todo, a doença tem 5 estágios): o “freezing”, ou “congelamento”. 



O congelamento ocorre quando o paciente começa a andar com passos cada vez menores até parar ou cair. Isso normalmente acontece logo quando ele começa a andar, quando está diante de um obstáculo ou quando tem que mudar de direção. 



Carolina conta que, em um grupo de 18 pacientes graves, com doença em estágio 3 ou 4, que começaram a treinar com os óculos na instituição, todos experimentaram uma melhora da marcha e uma diminuição dos episódios de "freezing". 




Caminho cerebral alternativo 


Quando está usando os óculos, o paciente vê um caminho quadriculado em 3D. Um sensor de movimento detecta quando o paciente começa a andar e o caminho quadriculado se movimenta como uma esteira. A pessoa também ouve sons que ajudam a ritmar as passadas. Ao coordenar os passos com o quadriculado virtual, o paciente consegue mais equilíbrio. 



A fisioterapeuta explica que o Parkinson afeta a região do cérebro responsável pelos movimentos automáticos, como o andar. O que os óculos fazem é estimular que ele adote um caminho cerebral alternativo, mais consciente, para caminhar.



“Ele faz com que o paciente consiga desenvolver outras vias cerebrais, que estão alteradas por conta da doença, e com isso consegue ter uma marcha mais perto da fisiológica”, diz o neurocirurgião Erich Fonoff, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP.





Tratamentos complementares


Não existe nenhum tratamento definitivo para o Parkinson. Até hoje, o que a medicina conseguiu foram várias estratégias que se complementam para inibir a progressão da doença e dar uma qualidade de vida melhor aos pacientes.



Outra parte essencial do tratamento de Parkinson é a fisioterapia. E é aí que entram os óculos de realidade virtual.O tratamento com remédios visa basicamente à reposição da dopamina, hormônio que está em falta em quem tem Parkinson, já que a doença leva à morte dos neurônios dopaminérgicos. Há também um tratamento cirúrgico em que um eletrodo implantado no cérebro promove estímulos elétricos que ajudam o paciente a ter maior controle sobre seus movimentos.




Chamado GaitAid, o equipamento foi desenvolvido por uma empresa israelense e custa no Brasil cerca de R$ 15 mil. Depois de um treinamento apropriado, o paciente poderia usá-lo em casa. Porém o valor ainda torna a tecnologia inacessível a muitos pacientes. Segundo Carolina, o HC-FMUSP é uma das únicas instituições no país a oferecer fisioterapia com o equipamento.
Fonte: http://g1.globo.com/


                                                             Andador Virtual GaitAid

O andador virtual GaitAid é um dispositivo de realidade virtual para caminhada, que oferece uma alternativa para equilibrar o corpo do paciente portador de Distúrbios da marcha quando está em movimento. 



O andador virtual é portátil, de uso terapêutico e doméstico, inclui um visor que projeta uma imagem virtual quadriculada e fones de ouvido que emitem sons para sincronizar os passos. 



Os estímulos visuais e auditivos proporcionam um efeito de condicionamento que auxilia na produção de uma caminhada rítmica, diminuindo sua instabilidade e lentidão. A prática rotineira com o GaitAid melhora a orientação e movimentação do corpo. 


O dispositivo cria um padrão de caminhada a partir do ritmo de cada paciente. Com esses benefícios, oferece uma alternativa adicional para treinamento de pacientes nos estágios 3 e 4 de Hoehn & Yahr 


Quando há um desequilíbrio na marcha durante o treino com o andador virtual, ele emite sons baseados no padrão de marcha anterior que trazem o paciente de volta ao ritmo. 
www.andadorvirtual.com.br/‎Reabilitação da marcha/ caminhada.‎









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sábado, 2 de maio de 2015

PILATES COM HUMOR nº12













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FAMOSOS QUE FAZEM PILATES: SHIRLEY MALLMANN TAMBÉM PRATICA PILATES #166





''Sou mãe de dois meninos (Axil, 8, e Ziggy, 2) e dedico boa parte do meu tempo a eles. 

Pratico musculação, ioga e Pilates toda semana. 

Tenho uma alimentação supersaudável e não como gordura de jeito nenhum.'' 
Fonte: http://contigo.abril.com.br/











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FAMOSOS QUE FAZEM PILATES: PATRÍCIA BARROS TAMBÉM PRATICA PILATES #189


Cada dia o método Pilates ganha mais popularidade 
e os famosos têm ajudado bastante nesta divulgação.


Dona de lindos olhos verdes, a atriz Patrícia Barros (31) não se considera escrava da beleza. Ela gosta de se cuidar, mas não deixa de comer o que gosta, principalmente durante as viagens. “Quando viajo para algum lugar, costumo experimentar a culinária. Também sou louca por pastel de feira”, confessa ela, aos risos. “Mas não é sempre que posso me dar a esse luxo”, irmã da top model Ana Beatriz Barros (31).

Com hábitos diurnos, Patrícia não abre mão de frequentar a academia durante a semana e passear no parque aos sábados e domingos. 


Caras: Pratica atividade física?
P.B:  Levava uma vida muito sedentária e agora estou praticando esportes. Antes não tinha tempo para nada e estou me obrigando a ter. Faço musculação na academia todos os dias da semana e estou viciada em yoga e Pilates. Também aprendi a meditar e não me vejo mais sem fazer isso, me faz bem.
Fonte:http://caras.uol.com.br








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sexta-feira, 1 de maio de 2015

HIPERCIFOSE A POPULAR CORCUNDA



A Hipercifose é o aumento pronunciado e anormal da concavidade da curva torácica da coluna vertebral, o que torna os extensores de tronco alongados, causa a redução da mobilidade da coluna torácica e retrai a cadeia anterior, diminuindo a expansibilidade torácica. Outros acometimentos secundários também podem se manifestar em decorrência da hipercifose, como a osteoartrose e a hérnia de disco.







A incidência da Hipercifose

Durante a juventude, a hipercifose surge em decorrência, sobretudo, da má postura (é a causa mais importante da deformidade), podendo aparecer também nos casos de doenças estruturais da coluna. Mas é na terceira idade que a hipercifose ocorre com maior frequência, sendo mais acentuada nas mulheres.


Com a hipercifose, outras estruturas do corpo também são afetadas, uma vez que necessitam se adaptar para encontrar um novo ponto de equilíbrio ou ainda compensar a ausência de mobilidade oriunda da rigidez da coluna torácica.
FONTE: RPG SOUCHARD








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