segunda-feira, 8 de março de 2010

CAMINHADA PRODUZ O MESMO EFEITO DA NATAÇÃO

Conheça os principais benefícios da caminhada, e torne-se também um adepto desse exercício.

A caminhada se bem executada produz o mesmo efeito da natação, do ciclismo e da corrida. 
Sob o ponto de vista cardiovascular e ortopédico esse exercício é considerado a pratica mais segura, apresentando índices quase zero de lesões osteoarticulares e cardíacas. 
É uma atividade física simples, mas que traz uma diversidade de benefícios, podendo ser realizada individualmente ou em grupo de pessoas e ainda requer pouquíssimos equipamentos, como por exemplo, um bom tênis.




VEJA TAMBÉM MATÉRIA PUBLICADA EM
14 JAN 2010
OS MAIORES BENEFÍCIOS DA CAMINHADA

MÚSCULOS TRABALHADOS NA CAMINHADA E NA CORRIDA



A corrida e a caminhada trabalham predominantemente membros inferiores, mas dependem sobretudo do centro de gravidade do corpo para se sustentar. Esse centro está situado na região umbilical, por isso o fortalecimento do abdômen e da região lombar é importantíssimo.

Durante a caminhada e a corrida os músculos impulsores estão de  forma muito ativa, estes músculos geram potência (movimento)
Veja a seguir o que eles fazem:

extensores de quadril: agem no início do apoio; 
plantiflexores de tornozelo: agem no final da fase de apoio; 
flexores de quadril: no final da fase de apoio e início do balanço. 

E os músculos desaceleradores que absorvem o movimento: dorsiflexores na resposta de carga; 
quadríceps na fase de resposta da carga; 
plantiflexores durante o médio apoio;
isquiotibiais no final da fase de balanço

domingo, 7 de março de 2010

SUPERIDOSOS - IDOSOS ACIMA DOS 80 ANOS

População de superidosos do país
aumentou 70% na última década

Melhoria das condições de saúde e trabalho
ajudam a elevar a longevidade


Há 50 anos, a rotina se repete na casa dos Fleichman: seu Júlio vai ao escritório e dona Thema cuida da loja. Aos 85 anos (“ele é seis meses mais velho”, frisa a empresária de moda), o casal faz parte da população de idosos que mais cresce no país: o grupo com 80 anos ou mais.

Na última década, o contingente dos superidosos cresceu 70% e hoje soma 2,8 milhões. Avanços na saúde, universalização do atendimento médico, melhorias no mercado de trabalho e na taxa de mortalidade ajudam a explicar a longevidade dos brasileiros. Mas seu Júlio e dona Thema também têm suas explicações: — O trabalho só engrandece as pessoas e estar ativo me torna mais útil. Tenho clientes de 30, 40 anos. Sou orgulhoso do que faço e não penso em parar tão cedo. A maioria dos meus amigos, lamentavelmente, não trabalha — diz Julio, que, apesar de ter diminuído o ritmo de trabalho, vai sempre ao Fórum.

A cada ano, mais brasileiros chegam aos 80 anos, afirma Ana Amélia Camarano, pesquisadora do Ipea. Em 1980, a cada cem crianças do sexo feminino nascidas vivas, 22 completavam 80 anos. Em 2005, já eram 48. Em 2007, 51. E esse número tende a crescer, com o aumento da expectativa de vida do brasileiro: — Esse avanço é uma grande conquista. Viver muito sempre existiu. Porém, mais gente está chegando lá. E o detalhe é que esses idosos mostram que são diferentes de nossas avós.

De fato, a aposentada Nilce Guimarães de Magalhães, de 84 anos, mora sozinha, paga contas no banco, aluga DVDs e, às vezes, vai a restaurantes para saborear um cozido (“dá trabalho fazer”). Hábitos possíveis porque ela tem renda mensal de aproximadamente R$ 4.000.

— A mulher idosa hoje é mais ágil e independente. Sabe fazer cheque, pega táxi sozinha. No passado, ela era mais tolhida.

Era feio aparecer em público sozinha — disse Nilce, que tem a cunhada como companheira.

A renda mensal dos superidosos está bem abaixo dos ganhos de Nilce. Dados do IBGE revelam que a faixa acima de 80 recebe, em média, R$ 926,89 mensais. Valor que é inferior à média nacional da remuneração de idosos, de R$ 1.012,97.

— Manter-se ativo é opção de quem quer viver bem, e não só sobreviver. Aposentar-se não é sinônimo de virar inativo. Entre idosos saudáveis, a dependência dos filhos não prevalece — diz José Carlos Libânio, ex-coordenador de desenvolvimento humano da ONU.
O Globo - 06/12/2009

IDOSOS ACIMA DOS 80 ANOS: OS CHAMADOS SUPERIDOSOS

BENEFITS OF PHYSICAL ACTIVITY IN DEMENTIA


As the population continues to age, perhaps the greatest health benefit of regular physical activity will turn out to be its ability to prevent or delay the loss of cognitive functions.
A new study of 3,485 healthy men and women older than 55 found that those who were physically active three or more times a week were least likely to become cognitively impaired. 
One study conducted in Australia and published in September 2008 in The Journal of the American Medical Association randomly assigned 170 volunteers who reported memory problems to a six-month program of physical activity or health education. 
A year and a half later, the exercise group showed “a modest improvement in cognition.” Various other studies have confirmed the value of exercise in helping older people maintain useful short-term memory, enabling them to plan, schedule and multitask, as well as store information and use it effectively. 
From NYT

sábado, 6 de março de 2010

DORES CAUSADAS PELO USO DE SALTO ALTO

PRENDER O TELEFONE ENTRE O OMBRO E A CABEÇA

Não prenda o telefone no ombro com a cabeça!

O alerta vem dos consultores médicos do Jornal Britânico "Neurology". Está comprovado que é perigoso, e até fatal, conversar pelo telefone apoiando o fone no ombro e firmando-o com a cabeça.

Geralmente tende-se a fazer isso quando precisamos anotar o que o interlocutor está falando. O caso relatado pela publicação científica refere-se a um psiquiatra Francês.

Demorou-se ele uma hora com o fone preso entre a cabeça e o ombro esquerdo, quando desligou, o psiquiatra sofreu cegueira temporária, sentiu dificuldade em falar e teve derrame cerebral.

MOTIVO: Um osso minúsculo, mas pontudo, sob a orelha esquerda e atrás do queixo, rompeu os vasos que levam o sangue até o cérebro. Esse rompimento se dá porque a pessoa, sem sentir, vai pressionando cada vez mais a cabeça sobre o fone e, também involuntariamente, vai levantando o ombro.

Como é uma prática comum este comportamento, principalmente nos escritórios, muitas vezes o problema afeta as pessoas na intensidade citada acima, porém pode causar problemas que vão se acumulando.

Avise a seus colegas de trabalho, seus amigos e demais de seu convívio para que: EVITEM FALAR AO TELEFONE PRENDENDO-O ENTRE A CABEÇA E O OMBRO.


A matéria foi publicada pelo Science Daily de 15 de novembro de 1999.